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(Sem) Manual de Instruções

Porque a vida não tem manual de instruções. Um pouco de tudo o que é importante, tratado com uma pitada de sátira e sarcasmo!

(Sem) Manual de Instruções

Porque a vida não tem manual de instruções. Um pouco de tudo o que é importante, tratado com uma pitada de sátira e sarcasmo!

Há coincidências do catano

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Aí há uns 7 ou 8 anos fui convidada para um casamento.

Longe de ser um casal de amigos meus. O noivo, chamado Pedro, era amigo do meu namorado da altura.

Portanto, e apesar de conviver ocasionalmente com o dito casal, pode dizer-se que fui convidada como “acompanhante”.

Ora na altura eu vivia no belo litoral algarvio e o casamento estava marcado para a terra da noiva, uma aldeia perto da Guarda, da qual entretanto esqueci o nome.

A viagem de Faro à Guarda era grandita, obrigava a passar lá o fim-de-semana e o meu filhote era pequenino na altura.

Sendo a minha irmã R., que vive em Lisboa, uma tia absoluta e completamente babada que adorava qualquer oportunidade de ver o sobrinho, decidi perguntar-lhe se queria ficar com ele nesse fim-de-semana. Eu passaria por Lisboa no caminho, deixava o pimpolho e seguia para o frio e neve da Guarda.

Liguei à mana assim que recebi o convite, aí com uns 3 meses de antecedência, ao que ela me disse <Claro, uipiiii, deixa-me só confirmar as datas que eu também tenho umas coisitas aí por esses dias. Um casamento também e um aniversário, cenas assim…>.

E a conversa ficou por aqui.

 

Uma semana depois, em conversa fiada ao telefone com a mana sobre vestidos e sapatos (não é costume, mas calhou), comentei com a R. que não sabia o que vestir para o tal casamento, porque era na Guarda e estaria muito frio e possivelmente até neve.

Parece que botas até ao joelho não combinam com vestidos de casamento…

Nesta conversa, quando falo do frio da Guarda diz-me ela <Vais para a Guarda, oh que giro, também vou a um casamento lá perto>.

E a conversa ficou novamente por aqui, qual mau filme dramático em que já está mesmo toda a gente a ver o que se está a passar menos as protagonistas, isto é, nós as duas!!

 

Pois bem, umas semanas depois liga-me a R. novamente e pergunta-me < Olha lá, o casamento que eu tenho na Guarda é no mesmo fim-de-semana que o teu. Mas afinal tu vais ao casamento de quem?? Não me digas que é o casamento do Pedro!>

Ah pois é… Então lá chegámos à conclusão que o noivo (relembro, o amigo de há uns anos do meu namorado da altura), havia crescido junto e era amigo de infância do namorado da minha irmã.

E foi assim que eu e a minha irmã, uma a viver em Faro e a outra em Lisboa, fomos convidadas para o mesmo casamento como acompanhantes dos respectivos namorados! Nenhum dos 3, nem o noivo, nem o meu namorado, nem o namorado da R. faziam a mais pequena ideia.

 

Descoberta esta divertida coincidência decidi pregar uma partida ao noivo:

Uns dias antes da cerimónia disse-lhe com o meu ar mais descontraído <Olha, não te importas que a minha irmã também vá ao casório, pois não?>.

Vi nos olhos dele que a perspectiva de pagar mais uma cabeça no jantar do casamento, só porque me apetecia levar a minha irmã, caiu-lhe tipo leite estragado.

Só quando ele começou a gaguejar <Pois, sim, ah, uh, pois… ah, não sei, não me importo, só que…> é que lhe contei que a irmã que eu ia levar já tinha sido convidada por ele, pois era a namorada do seu amigo de infância!

E pronto, é daquelas que ficam na história...

Um dia conto-vos a história do casamento em si, que daria um filme de comédia dramática, com nevões, carros atolados na neve, o noivo de mangas arregaçadas a tentar desenterrar carros, as convidadas com a maquilhagem não-à-prova-de-água toda esborratada e o copo-de-água a começar com 3 horas de atraso…

Adoro a desinformação dos nossos jornais…

Sobre o caso de assalto à carrinha de valores em Sintra, que parece saído da famosa série americana "Cops", hoje ao passar os olhos pelos jornais nacionais fiquei super esclarecida.

Lendo todos os artigos fica-se até na dúvida se todos falam sobre o mesmo caso, tais são as discrepâncias. Mas nem a informação básica pode ser retirada daqui… Tão simples como:

Quantos assaltantes eram? Afinal, houve roubo ou não houve?

 

OBSERVADOR:

4 homens

"a carrinha de valores que acabou por não ser assaltada".

 PÚBLICO

Entre quatro e cinco elementos. (seriam 4 e meio?)

"...conseguiram levar pelo menos parte do dinheiro que transportava".

 EXPRESSO

4 ou 5 indivíduos

“As autoridades estão à procura de um grupo armado que terá assaltado, na tarde deste domingo, uma carrinha de valores”.

 JORNAL DE NOTÍCIAS

4 homens

“Roubaram dois sacos com milhares de euros que um segurança tinha acabado de recolher”.

 DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Pelos menos 6 homens (diz mesmo peloS menos, não é gralha minha, é deles)

“…acabaram por entrar todos para o pequeno Audi, com os sacos do dinheiro e as caçadeiras, abandonando a carrinha”.

 TVI 24

4 ou mais

“…consumaram o assalto e conseguiram levar o dinheiro”.

 CORREIO DA MANHÃ

7 homens (xiça CM, não seriam 30?)

“…minutos depois de roubarem sacos de dinheiro de uma carrinha de valores”.

Ou então, mais abaixo na mesma notícia:

“Não se sabe se os homens conseguiram levar os valores”.

 

Gostei particularmente do artigo do PÚBLICO, jornal que até não tenho em má consideração, mas Por Favor!

Ora leiam alguns trechos desta pérola escrita em bom português (hum hum):

 

#1 MASCULINO OU FEMININO?

 

“…a circulação na A16 esteve vários vezes condicionada desde o início da tarde, tendo inclusive (porquê o uso do itálico?) chegado a estar cortada nos dois sentidos.”

 

#2 VAMOS ENCHER ISTO COM CHOURIÇOS E FRASES GRANDES

 

“…foi transportado para aquela unidade por uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Instituto Nacional de Emergência Médica.”

Não era mais simples “…foi transportado para aquela unidade por uma ambulância do INEM.”

 

#3 DE NOVO PERSEGUIDO PELO ITÁLICO E UM “R” PERDIDO…

 

“O PÚBLICO tentou contactar, sem sucesso, a Loomis, que no seu site (itálico?) informar ter uma frota de cerca de 100 viaturas…”.

 

#4 FRASES BEM CONSTRUÍDAS

 

“…estando a investigação do assalto entregue à Polícia Judiciária, onde está entregue à Unidade Nacional de Contra Terrorismo.”

Ou então “…estando a investigação do assalto entregue à Unidade Nacional de Contra Terrorismo da Polícia Judiciária”, não?

 

“O grupo, que a polícia acredita ter entre quatro e cinco elementos, continuou a ameaçar automobilistas a pararem, tendo conseguido imobilizar uma viatura que usou para fugir”.

Continuou a ameaçar automobilistas a pararem?

 

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/autoridades-procuram-grupo-armado-apos-assalto-a-carrinha-de-valores-em-sintra-1724713

 

Bad boys, bad boys
What'cha gonna do?140827cops1.jpg
What'cha gonna do when they come for you?
Bad boys, bad boys

 

 

 

 

May the force be with you. Whatever that means.

 

Gostava de encontrar alguém que me conseguisse explicar a magia do Star Wars.

Admito que vi apenas dois filmes, já há algum tempo e nem sei se os vi na ordem certa.

Não digo que não gostei dos filmes, mas logo a seguir a terem passado os créditos finais, esqueci-os. Não foram portanto memoráveis e não me fizeram fã.

 

Sei que há uma princesa Leia, um Hans Solo, o feioso da máscara Darth Vader que anunciou ao Luke Skywalker que é o seu pai, numa tirada estilo programa da Fátima Lopes: “Lucas, eu sou o teu pai”.

Há um bonequinho baixinho e verde que fala ao contrário, um alto e orelhudo, um muito peludo e um robot chamado R2 qualquer coisa.

 

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Perdoem-me os fans, mas é mesmo só isto que eu sei sobre a saga.

O que até é estranho visto gosto de imensos filmes passados no espaço, desde o velhinho “Apollo 13”, o lamechas “Armagedon”, “2001: Odisseia no Espaço” e dos mais recentes “Gravity” e “Interstellar”.

Também gosto de Triologias e de ficção-científica/fantástico. Harry Potter, Hunger Games, Lord of The Rings, Game of Thrones… gosto de todos. Até o clássico Regresso ao Futuro está na minha lista de favoritos.

 

Então porque é que o Star Wars não me agarra? Não entendo…

 

Como não quero ser casmurra e do contra, vou ver este filme e dar-lhe outra hipótese de me converter. Mas cheira-me que aqui se aplica uma daquelas teorias das relações: se não acontece naturalmente, não vale a pena forçar que não vai acontecer.

 

May the force be with you. Whatever that means.

Tormento no supermercado e as carnes processadas...

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Ir às compras nunca foi tamanho tormento.

Entra a Susana no hipermercado. O marido Rui Pedro vem dois passos atrás, com cara de enterro:

- Então querida, que vamos comprar?
- As compras da semana.
- Porque é que não fazemos isto uma vez por mês e despachamos logo o assunto?
- Já sabes que alimentos conservados perdem nutrientes.
- Ok Susaninha. Paramos no talho e trazemos uns valentes bifes de vaca?
- Tás maluco Rui Pedro?? Não ouviste ontem no telejornal que a carne vermelha faz cancro? Queres que a tua família morra cedo, é isso??
- Pronto querida, trazemos antes umas salsichas? 
- Oh home, salsichas são carne processada! Nem pensar!

- Uns bifinhos de peru e fazemos um churrasco que o tempo até está bom.

- Churrasco? Não sabes que o carvão solta partículas de alcatrão?
- Frito?
- O óleo entope as artérias…
- Pronto Susana, levamos peixe e não se fala mais nisso! Peixe-espada?
- Tem mercúrio.
- Sardinha?
- Da pequenina não que, a espécie está em perigo.
- Escolhe tu então, eu vou buscar umas maçãs.
- Traz antes pêras, que as sementes de maçã possuem cianeto.
- OK querida

2 Minutos depois:
- Oh Rui, foste buscar as maçãs e trouxeste também coca-cola? Sabes a quantidade açúcar que isso tem? O açúcar branco é veneno!
- Levamos então umas cervejas?
- O álcool destrói o fígado.
- E se espremermos umas laranjas e bebemos sumo ao jantar? 
- Já dizia a minha avó "Laranja de manhã é ouro, à tarde prata, à noite mata"
- Pronto amor, bebemos água
- Água da torneira só filtrada, que está cheia de calcário!
- Arroz?
- Integral.
- E massas?
- Sem glúten Rui, já sabes como fico inchada.
- Farinha?
- Farinha refinada aumenta a glicose.
- Pão?
- Só de centeio.
- Umas bolachinhas?
- De arroz, que as outras têm gordura hidrogenada.
- (suspiro) então vou pegando o leite...
- Sem lactose, que o menino é intolerante!!!

O vício do Pinterest

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Tenho com o Pinterest uma relação amor-ódio.

Para quem não conhece, “Uma página cheia de tralha” é talvez a melhor descrição para o Pinterest.

 

Pesquisando por categorias tão distintas com “animais”, “humor” ou “DYI” encontro uma quantidade imensa de coisas giras. Depois de 5 minutos a ver “Pins” de coisas ao estilo “faça você mesmo” fico com vontade de transformar a minha garagem numa oficina e fazer mil e uma coisas maravilhosas a partir de colheres de plástico, pacotes de leite vazios, cola e tesoura. Esqueço-me sempre, enquanto por lá navego, que o meu jeito para a bricolage é abaixo de nulo. Normalmente por volta do Natal decido  fazer alguma coisa gira, dessas ao estilo do pinterest. Árvores de natal com rolhas e palitos, decorações para a árvore de natal com lãs coloridas. A verdade é que acabo sempre por deitar tudo no lixo, frustrada e com os dedos colados com supercola 3. O mundo no Pinterest é cheio de humor, gatos fofos, frases inspiradoras, penteados fashion. É também no Pinterest que eu descubro que quero redecorar a minha casa todas as semanas, e nunca o faço.

 

Também culpo o Pinterest pela baixa produtividade das minhas horas de almoço. Podia estar a fazer tanta coisa útil em vez de gastar 40 minutos por dia a divagar no Pinterest…

Acabo sempre por lá ir parar quando estou morta de tédio. E saio de lá a sentir que estive “inconsciente” durante todos esses minutos. Vi tanta coisa que não me lembro de nada… nem do meu nome.

A loucura do regresso às aulas

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É sabido que o mês de regresso às aulas é caótico para quem tem miúdos. É começar o mês de Setembro e os pais todos a desejar que ele chegue ao fim!

É que Setembro nem é carne nem é peixe. Já não podemos deixar os miúdos andar na selva das férias de verão, mas também ainda não voltámos à normalidade dos dias de escola.

Setembro dá trabalho! Lá vamos nós passar 3 horas no supermercado a comprar os materiais escolares, e fatos-de-treino, e sapatilhas… e a porra dos hipermercados, para nos dificultar a vida, ainda arranjam ideias cretinas tipo “mochilas com colunas de som”. A sério, estão à venda este ano num hipermercado que eu não vou mencionar, mas que dizem que “o que rende, é ir ao c…”

 

Senhores dos hipermercados, com todo o respeito, vocês estão parvos?? Já ouviram o barulho que fazem 2 centenas de crianças no recreio da manhã? É que a aldeia dos macacos do jardim zoológico não lhes chega aos calcanhares… agora querem juntar a isso algumas dezenas de putos a competir com mochilas sonoras? Eu juro, se fosse professora processava-vos. Quando o meu arregalou os olhos para essas mochilas ouviu logo um valente “é que nem te passe pela cabeça!”

 

Já para não falar das 3 horas na mesa da sala, às voltas com o papel autocolante a tentar forrar os livros e a desesperar com as bolhas de ar que teimam em aparecer.

No final, e como se não bastasse, ainda temos de escrever 200 vezes o “nome, nº e turma” em 24 lápis, 24 canetas, 3 estojos, borracha, afia, 10 cadernos, mochila e etiquetas da roupa.

Argghhh, nos últimos anos já escrevi tantas vezes o nome do meu filho que ele deixou de fazer sentido. Escrever o nome dele ou escrever “bananas bananas” tornou-se igual.

 

Este ano rebelei-me e disse-lhe “Já tens idade para identificar o teu material, diverte-te. Ou então não identifiques... não é por aí que ele vai aparecer quando tu o perderes a meio do 1º período”.

E pronto, está quase no fim. Sobrevivemos a mais um mês de Setembro…

Leggings floreados

Já aqui escrevi que acho que as novas tendências da moda andam a transformar as nossas crianças em palhacinhos.

Parece-me também que a nova moda favorece largamente os pais das meninas. É que ando a reparar nas calçadas portuguesas que meninas deixaram, pura e simplesmente, de comprar calças. Andam todas de leggings ou jeggings… o que deve sair bem mais baratinho aos papás!

Estas leggings com floreados e uns padrões inspirados nas batas da minha avó são o equivalente às calças de bombazine com ursinhos dos anos 90, que fazíamos birras de meia-noite para não vestir. A diferença é que agora são ”cool”.

Quem neste mundo se lembrou que conseguia meter miúdas vaidosas a usar os padrões das batas da minha avó? É que garanto que no outro dia vi um padrão igualzinho… As leggings das meninas combinam-se com os tops largos acima do umbigo (lá está, mais uma vez a poupar tecido).

E, vá lá, parece que a moda dos tops em laranja e rosa fosforescente está finalmente a desaparecer. É que aquilo era coisinha para ser confundido com coletes reflectores e causar um acidente de viação aos condutores que sofrem de curiosidade mórbida sempre que passam por um acidente.

 

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Mau feitio

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Por muito que nos custe admitir, a nós pais, os adolescentes têm mau feitio. São rudes e mal-educados (para onde foram as boas maneiras que andámos estes anos todos a repetir vezes sem conta ??). São preguiçosos, nariz empinado e malcheirosos (ténis de rapaz são do pior!). E ainda agem como se fossem donos do mundo e os pais existissem para os servir.

De repente os nossos meninos queridos passam a ser hóspedes lá por casa, que se julgam no direito a serviço despertar, refeições tudo-incluído, serviço de lavandaria, room-service e motorista….

E quando percebem que nos vai saltar a tampa metem a cara de anjinhos, dão-nos beijinhos e abraços e dizem que ainda são os nossos bebés. Espertinhos ein!

Estou a considerar agarrar no espécimen que tenho por cá, fechá-lo no quarto durante a próxima década e só abrir quando chegar aos 21 anos. Tentarei convencer o meu marido que construir uma portinhola, daquelas para passar um tabuleiro com comida, no quarto dele é um óptimo investimento... E parece-me que desde que ele continue a ter wi-fi a coisa dá-se mais ou menos bem.

 

Skinny jeans

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Skinny jeans… aquilo que há uns anos atrás era só amaricado, hoje é moda. Então os Skinny jeans com aquela bolsa de tecido extra no meio das pernas, são de fugir.!

Há uns anos atrás a moda eram os jeans super largos. Os rapazes usavam-nos por baixo do rabo, com um cinto a agarrar e os boxers à mostra. Dava-lhe um andar patético, de pernas sempre meio abertas e o tique nervoso de apertar constantemente o cinto, não fosse a calça descair um pouco demais e ir parar aos tornozelos. Estes novos Skinny jeans com a bolsa extra entre as pernas parece que foram desenhados para poupar um pouco no tecido, mas continuar a dar aos miúdos aquele andar “à pinguim”.

Já para não falar das cores em que apareceram estes novos jeans da moda…. Verde água, azul forte, amarelo canário, vermelho desbotado?! Até agora, calças coloridas eram coisa exclusivamente de menina. No meu tempo, um rapaz ir para a escola com uma calça amarelo canário dava direito a uns valentes calduços e a um gozo permanente até ao final do ano lectivo. Agora as mesmas calças valem um hi-five e um carimbo de “swag”.

Já tentei explicar ao meu de 11 anos que swag significa “Secretly We Are Gay” (secretamente somos gays).

Ele não ficou muito impressionado, revirou os olhos e respondeu-me que agora já não tem esse significado, agora Swag só quer dizer estilo. As cores berrantes tomaram conta das nossas crianças, são as calças, os bonés com palas híper largas e os ténis à jogador da bola que até ferem o olho. E pronto, lá andamos nós pela rua com os miúdos vestidos de qualquer coisa entre o rapper americano e o palhaço pobre.

Socorro!

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Sempre fui leitora assídua de blogs sobre crianças/maternidade/educação e afins. Ultimamente os meus pensamentos derivavam sempre para “Que bom que já passei esta fase”. Não há cá mais infantários, otites e boo boos.

Não compro mais fraldas nem jogos educativos. Yes, o meu mundo está finalmente livre de baba, ranho e peluches! Não há mais dores nas costas nem noites mal dormidas…. Ah, finalmente!

Pois bem…. Isto pensava eu...

Agora, tenho um pré-adolescente em casa. Socorro!

Pensando bem, voltem as noites em claro, os colinhos e carrinhos, pois isto de aturar adolescentes e pré-adolescentes é de tirar a paciência a qualquer santo!